Acessibilidade em imóveis: uma questão de amor ao próximo

Quem não sofre de nenhum tipo de deficiência nem se dá conta de como pequenas coisas do dia a dia podem ser complicadas. Tipo subir uma escada se você é cadeirante, ou mesmo passar por uma porta estreita demais para a cadeira.

Só quem convive com uma deficiência ou com uma PCD (pessoa com deficiência) sabe quanto a acessibilidade é importante. Isso vale para todas as áreas, claro, afinal a sociedade nunca deve excluir as minorias: as soluções precisam ser para todos.

E isso se aplica também no mercado imobiliário: desde o início do ano passou a vigorar o decreto nº 9.451/2018, que regulamenta o artigo 58 da Lei Brasileira de Inclusão (nº 13.146/2015) e prevê que todas as unidades de novos empreendimentos residenciais de edificação sejam adaptáveis às necessidades de acessibilidade de pessoas com deficiência. O decreto também prevê que a construtora deve ser responsável por essas adaptações, se necessárias.

Na prática, o decreto enriquece o conteúdo do artigo 58, que já exigia que as construtoras e incorporadoras assegurassem que um percentual mínimo de suas unidades fossem internamente acessíveis,e que nenhum valor adicional deveria ser cobrado na aquisição delas.

Essa solução acabava ficando aquém do ideal: as construtoras limitavam as unidades acessíveis ao térreo, ou a unidades desvalorizadas de um empreendimento, o que vai contra o princípio mais básico da inclusão social que é não segregar nenhuma minoria.

Com o decreto que passou a vigorar este ano, todas as unidades de novos empreendimentos devem possuir características construtivas que permitam adaptações a fim de garantir acessibilidade, sem prejudicar as instalações nem a estrutura da edificação.

Isso inclui, por exemplo, largura mínima de portas e corredores, altura adequada de janelas, instalação de maçanetas tipo alavanca, barras de apoio nos banheiros, reforço nas paredes onde elas forem aplicadas e até equipamentos de comunicação – como interfone, campainha e alarme – acessíveis para todos.

E isso vale para qualquer andar. Se um cadeirante quer morar no 17º andar de um prédio que ainda será construído, ele deve poder fazer isso. Cabe à construtora oferecer os recursos para que os ajustes necessários sejam feitos, sem custo extra ao comprador e sem danos à estrutura do empreendimento.

Aqui na Imobiliária Razão, nos preocupamos muito com acessibilidade. A chamada “melhor idade” quer viver com conforto e segurança, e é nosso dever encontrar imóveis que possam suprir estas necessidades.

A mudança da lei é muito recente, então estamos dando um passo de cada vez. Em um primeiro momento, fazemos o possível para apresentar aos clientes interessados imóveis de nível único, apartamentos térreos ou com garden, e imóveis/condomínios que já possuam estrutura de acessibilidade, ou ofereçam condições simplificadas de adaptação.

Em alguns casos, basta um pouco de boa vontade do proprietário: instalação de barras fixas em banheiros e escadas, exclusão de desnível entre cômodos ou banheiros, maçanetas tipo alavanca… são coisas simples de resolver, que fazem uma baita diferença na qualidade de vida de idosos e PCD.

 

Vamos passar a oferecer esse tipo de sugestão para proprietários, afinal, uma casa acessível para PCD torna-se uma casa que tem mais potencial de ser vendida ou alugada. É um negócio bom para todo mundo, especialmente para quem precisa.

Mas a acessibilidade também se faz presente nas pequenas coisas: a facilidade no atendimento, seja online ou presencial. Nos esforçamos para atender aos nossos clientes da melhor maneira possível, e vamos continuar investimento em recursos e ferramentas que tornem a Imobiliária Razão cada vez mais próxima, mais acessível.

Cada pequena iniciativa faz diferença nessa luta, e nós estamos fazendo a nossa parte, um pouquinho de cada vez. Quando se fala em acessibilidade, estamos do lado de quem importa: as pessoas.

Ponto comercial próprio: um sonho que é possível!

Ter um ponto comercial próprio é o sonho de muitos empresários, de todos os tamanhos e ramos de atuação. Ser o dono do seu espaço não é apenas uma conquista, um sinal de prosperidade, mas principalmente uma maneira de livrar-se de dores de cabeça como variações no preço do aluguel e possíveis problemas com cláusulas contratuais questionáveis, proprietários encrenqueiros, e por aí vai.

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Aluguel para estudantes em Curitiba: dicas para escolher o imóvel ideal

Curitiba tem diversas universidades renomadas: UFPR, PUC, UTFPR, Universidade Positivo, Tuiuti, entre outras. Isso atrai um grande número de estudantes todos os anos, que sonham em passar no vestibular e iniciar uma vida acadêmica promissora.

Para quem já vive na capital paranaense, isso não é tao complicado, mas há muitos jovens que vêm de outras cidades — e mesmo de outros estados — para prestarem seus vestibulares por aqui. Se forem aprovados, passarão alguns anos por aqui.

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Torne-se um super anfitrião com essas dicas para receber visitas em sua casa

Receber visitas em casa é tudo de bom, né? Colocar o papo em dia, dar boas risadas, curtir uma comidinha especial.

Se você gosta de receber as pessoas em sua casa, ou quer passar a fazer isso assim que estiver no seu imóvel novo, confira nossas dicas que irão ajudá-lo a tornar sua casa mais aconchegante e hospitaleira, de um jeito que todo mundo vai querer voltar!

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O valor da casa dos famosos

Quanto custam os apartamentos e casas da ficção?

Morar de aluguel é a realidade de muitos. Já algumas outras pessoas conseguem realizar o sonho da casa própria, na vida real. Mas na ficção, parece que as coisas são bem mais fáceis. Por exemplo, em Friends, Monica e Rachel moram num belo (e grande) apartamento em West Village, Nova York, com aluguel aproximado de 4.000 dólares. Será que elas dariam conta de pagar por tal imóvel?

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