Primeiro aluguel: o que fazer na hora de escolher um apartamento para alugar

Chegou a hora de sair da casa dos seus pais, o tão sonhado “sair do ninho”. Mas, encarar essa nova fase e procurar um apartamento para alugar pode ser desafiante e cheio de receios, não é mesmo? Diariamente, nós recebemos dezenas de pessoas que vão passar pelo seu primeiro aluguel, e elas vêm sempre com muitas dúvidas de como agir nesse momento, qual o melhor apê, se deve escolher um mobiliado ou como funcionam as formas de pagamento.  

Por isso, reunimos aqui as melhores dicas do que fazer ou planejar nesse momento, e o que poderia ser algo estressante, se transformar em algo especial e que você vai lembrar com carinho no futuro! Afinal, ter o nosso próprio cantinho é tudo de bom.  

  1. Faça um planejamento financeiro e tenha uma reserva de emergência 

Coloque na ponta do lápis todas as despesas que você já possui e as que você vai começar a ter agora que mora sozinho e inicia uma nova vida. É importante calcular as contas diretamente relacionadas ao imóvel (aluguel, condomínio, seguro incêndio) e contas do dia a dia, como o valor do transporte, com alimentação, plano de saúde, etc…assim, você não é pego de surpresa no final do mês. 

Outra dica financeira importante é ter uma reserva de emergência. Querendo ou não, imóveis sempre necessitam de pequenos reparos: é um chuveiro que queima ou uma torneira com vazamento. Ter uma grana guardada para esses momentos é muito importante.  

  1. Pesquise sobre a região do imóvel 

Você entrou no nosso site e fez uma pré-seleção dos imóveis que mais se interessou e agora agendou as visitas. Legal! O próximo passo é pesquisar a localização deles, principalmente se você for novo em Curitiba e Região. Confira se a região é próxima dos lugares que você vai precisar se deslocar no dia a dia, como trabalho, faculdade ou escola dos filhos.  

É interessante também caminhar pela vizinhança do prédio. Conhecer o bairro em que você vai morar é essencial para entender se combina com o seu estilo de vida!  

  1. Observe os detalhes durante as visitas 

Alguns detalhes podem passar despercebidos durante a visitação, então a gente reforça pra você se atentar a eles: verifique as condições do apartamento, pergunte ao corretor quantos anos o prédio possui, se há a necessidade de alguma reforma, confira a parte hidráulica (torneiras, chuveiros, descargas) e elétrica (faça um teste carregando o seu celular e tocando a campainha).  

  1. Se atente à segurança do condomínio  

Ao verificar a localização do imóvel, veja se é uma rua bem policiada ou segura para morar. Pergunte ao corretor se o condomínio possui vigilância 24h, como câmeras de segurança e portaria.  

Não esqueça que ao se mudar, você deve fazer a troca da fechadura e chaves da entrada do apartamento.  

  1. Questione as regras do condomínio 

O prédio possui alarme automático após um horário? O condomínio possui academia, piscina, salão de festas, churrasqueira ou outras áreas em comum? Preciso fazer reserva? Até quais horários? Tire suas dúvidas sobre o uso compartilhado e outras regras de convivência.  

  1. Escolheu o apê? Separe a documentação  

Entre os documentos solicitados ao inquilino, geralmente estão: documento de identificação com foto, CPF, comprovante de renda e os mesmos documentos de um fiador (quando necessário). Com a papelada separada, agiliza o momento de se mudar para o novo lar!  

  1. Solicite uma vistoria  

Antes de assinar o contrato, a vistoria é feita pelo proprietário, com apontamentos de todos os detalhes do imóvel. A vistoria fica documentada e você deve revisar com bastante atenção. Em caso de contestação, você deve entrar em contato com a imobiliária!  

  1. Confie na Imobiliária Razão e nossos parceiros 

Conte com a expertise de quem entende de imóveis há mais de 30 anos! Nós te orientamos durante todo o processo do aluguel, além de termos os parceiros que podem facilitar toda a parte burocrática! Com a CredPago, em menos de 1 minuto você recebe uma resposta de análise de crédito!  

 

Conseguimos tirar todas as suas dúvidas? Agora é só escolher o seu apê, com certeza você vai se apaixonar pelos imóveis disponíveis em nosso site!  

Busca por casas para alugar tem aumento de 668% no Google

Busca por casas para alugar tem aumento

A queda na taxa básica de juros, a reação dos bancos para tornar as opções de financiamento mais atrativas e a mudança na relação das pessoas com o seu lar refletiu diretamente na busca por novas opções de imóveis. 

Segundo o próprio Google, o volume de pesquisas com este tema havia caído 3% entre os meses de março e abril, comparado com o mesmo período do ano anterior. No mês de agosto já apresentou um aumento significativo, de 39%. 

 “Esse índice é maior até mesmo do volume registrado em janeiro, considerado o mês de maior sazonalidade para o segmento de imóveis e que, normalmente, registra 27% mais buscas que a média do ano”, explica Gustavo Souza, diretor de negócios para serviços do Google Brasil. 

“Casas para alugar”

Mas o grande destaque ficou por conta do termo “casas para alugar” – o mais buscado do mercado, com um aumento de 668%. 

Em relação ao mês de agosto do ano passado, houve ainda um crescimento significativo na procura por aluguel (+66,69%) e compra/venda (+66,73). O interesse, segundo o Google, vem acompanhado por outros temas correlacionados, como financiamento imobiliário e programas de governo como o Minha Casa Minha Vida (atual Casa Verde e Amarela), cujas buscas cresceram 40% em agosto. 

Enquanto isso, a categoria de “aluguel por temporada” segue com demanda retraída quando comparada com o último ano (-1%), mas reage às medidas de flexibilização. Em agosto, as buscas cresceram 27% em relação a julho, quando a demanda normalmente é mais alta por causa das férias escolares. 

Por que mudar?

Os resultados de uma pesquisa feita pelo Google com 1.000 pessoas que se mudaram nos últimos seis meses ou pretendem se mudar no próximo semestre mostram que a casa própria continua sendo o sonho do brasileiro, mas outros fatores também influenciam na decisão de mudar de imóvel, como um espaço que não atende mais às necessidades (28%); o sonho da casa própria (25%), a falta de condições financeiras para seguir no imóvel (22%), o crescimento da família (15%) e a mudança de emprego (15%). 

A mudança na relação das pessoas com suas casas também fica evidente no recorte que traz os termos relacionados às buscas por “em casa”. Nessa categoria, as buscas que mais cresceram entre março e agosto em relação ao período prépandemia foram “estudar em casa” (6.000%), “cozinhar em casa” (320%), “treinar em casa” (300%), “trabalhar em casa” (26%) e, claro, “ficar em casa” (mais de 200x). 

As opções de lazer também precisaram ser reinventadas por causa do confinamento. A procura por churrasqueira cresceu 110% em agosto em relação ao ano passado, assim como piscina (93%) e varanda (63%). “Com o distanciamento social, a relação com a casa trouxe muitos novos significados e necessidades funcionais: passou a ser o local de trabalho, estudo, exercícios e de contínua atenção, seja pela necessidade de assumir as tarefas domésticas, seja para cuidar das famílias em um regime de 24 horas por dia, sete dias por semana”, diz Souza. “Isso gerou uma forte necessidade de aprendizado para adaptar rotinas que antes não eram feitas em casa à nossa nova realidade.” 

Fonte: Exame